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BRASIL, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, Arte e cultura, Livros, literaturas diversas
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    O homem nunca envelhece enquanto tiver a capacidade de pensar

    Filosofia só, pura e unica



    O Poeta, Ainda estou vivo?...

    A alma da vida esta no saber

    Dizia o novo poeta que anda pelas ruas vendo piches no muro

    Sem se importar com que á de acontecer

    Recita seus versos ao ar puro

     

    “Que tendes a me dizer rabiscos?”

    Pergunta o poeta aos muros pinchados

    Cala-te a boca e continua a caminhar

     

    O Poeta chora por estar ainda vivo

    Pensara que tinha alguém que podia confiar

    Foi traído por um amigo

    Logo após seu mudará seu olhar

     

    Diante de um mundo louco

    Talvez a explosão de versos o faça pensar

    Que a vida realmente se vive aos poucos



    Escrito por Rafael Aparecido Pereira às 12h26
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    Palavras mudas, surdas e cegas

    Acordo esperando a boa noticia, mas ela não quer chegar

    É como se vivesse um sonho que não

    Se dá para acordar

     

    Quem dera eu dormir e não acordar mais

    Talvez seja a única, melhor e certa solução

    Você só vai entender quando deixar algo para traz

    Não deixei nada para traz, mas é comparado com uma prisão

     

    Desta vez não me preocupe em como sairia este meu Português

    Mas em como e relacionar

    Talvez se tivesse o mal-do-seculo seria melhor me matar

    Talvez pediria a tudo isso, para o mal-do-seculo me embalar outra vez

     

    A pressão é viver, o viver o proceder de algo

    Porque que vivo hoje? Querer de Deus?

     

     



    Escrito por Rafael Aparecido Pereira às 22h55
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    Noites e Estrelas

               A noite é silenciosa, como noites de primavera.

               Como se quisesse ouvir um único ruído no Saara

               O céu estava estrelado, como céus de verão...

               Como lâmpadas acessas no escuro, escuro inverno...

     

               Porque Tu estás a brilhar mais está madrugada?

               As estrelas parecem dançar ao silencio da noite...

               Posso desenhar nos céus a Cruzeiro do Sul...

              Áries, Capricórnio e Câncer...

              O Que será que escondes atrás de Ti?...

     

             Revela-te a mim...................................

     

     

     



    Escrito por Rafael Aparecido Pereira às 21h39
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    O livro que tinha capa verde

                      O terror de parquisom já avia tomado as mãos de Luiz em plenos 73 anos. Tomava um gole de uma das suas poucas garrafas de uísque russo que o restava. À direita de sua perna estava seu felino a rosnar ao clarão de lareira.

                       Luiz parecia estar bem interessado em seu livro de capa esverdeada. Lá fora nevava calmamente, o branco quase distraia sua leitura silenciosa, o único ruído a escutar era o velho Cuco na parede e o gato a rosnar...

                       A lareira apagava aos poucos, como o sol se pondo no outono, junto com ele o velho homem de barbas brancas pegava-se ao adormecer, aos poucos... O livro se fechava junto com seus olhos e pupilas castigados pelo tempo, homem cansado que agora mergulha em outro horizonte, o mundo dos sonhos...

     

     



    Escrito por Rafael Aparecido Pereira às 21h31
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